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domingo, 1 de junho de 2014

Casais famosos da literatura universal

Capitu e Bentinho - Dom Casmurro (Machado de Assis
Bentinho é apaixonado por Capitu, mas alimenta suspeitas que seu melhor amigo seja o amante de sua mulher. Deu origem ao filme “Capitu” de 1968, dirigido por Paulo Cesar Sarraceni com roteiro escrito por Paulo Emilio Sales Gomes e Lygia Fagundes Telles. No elenco, Isabella(Capitu), Othon Bastos(Bentinho) e Raul Cortez (Escobar).


Tristão e Isolda -lenda medieval
História lendária sobre o trágico amor entre o cavaleiro Tristão, originário da Cornualha, e a princesa irlandesa Isolda De origem medieval, a lenda foi contada e recontada em muitas diferentes versões ao longo dos séculos. Também foi levada para o cinema em 2006, dirigido por Kevin Reynolds. No elenco James Franco, Sophia Myles e Rufus Sewell


 Romeu e Julieta – William Shakespeare
Suas famílias são inimigas há tempos, mas isso não impediu de os dois se apaixonarem e morrerem por esse amor. A maior história de amor de todos os tempos. Teve inúmeras versões para o teatro, ópera e cinema e até hoje suscita admiração . Destaco aqui a de1968 dirigida por Franco Zefirelli, com Olivia Hussey, Leonard Whiting e Michael York. Foi grande sucesso de bilheteria e é considerada uma das melhores versões para o cinema.

 Cyrano e Roxane –Cyrano de Bergerac (Edmond Rostand)
A história se passa entre 1640 e 1655. Cyrano de Bergerac é um herói romântico, que combate a covardia, a estupidez e a mentira. Ele ama sua prima, Roxane, moça inteligente, mas um tanto pedante, que gosta de ser cortejada com palavras bonitas e originais. O jovem Cristiano também a ama, mas não sabe falar com brilhantismo, ao contrário de Cyrano, que tem o dom da palavra. Cyrano, sem esperanças de conquistar a prima, em razão de ser bastante feio, resolve ajudar Cristiano a conquistá-la através das palavras.Há várias adaptações para o cinema (inclusive a comédia de 1987 interpretada por Steve Martin e Daryl Hannah, "Roxanne"), mas a melhor é dirigida por Jean-Paul Rappeneau em 1990, com reconstituição de época irrepreensível, tendo recebido vários prêmios, inclusive o de melhor ator para Gerard Depardieu no Festival de Cannes (ele também foi indicado para o Oscar)

 Ulisses e Penélope – A odisséia (Homero)
Com o fim da Guerra de Tróia, o guerreiro Ulisses retorna para sua amada Penélope, na ilha de Ítaca. No caminho, entre outros perigos, ele enfrenta cíclopes, é tentado por sereias e encontra a brucxa Circe, que transforma metade de seus homens em porcos. Somente dez anos depois, Ulisses chega a seu destino, porém ainda tem de se haver com os pretendentes que assediam sua esposa. Foi levado para o cinema em 1954, dirigido por Mario Camerini e estrelado por Kirk Douglas e Silvana Mangano. O luxo da produção coloca-a acima da média dos épicos produzidos na Itália naquele período; entre os pontos altos, destaca-se a fotografia, em cores espetaculares.

 Quasímodo e Esmeralda – O corcunda de Notre Dame (Victor Hugo)
Quasímodo, o deformado sineiro da catedral de Notre Dame, é injustamente condenado a ser açoitado. Quando pede água, apenas uma cigana, Esmeralda, sente compaixão por ele. Quando ela é injustamente acusada de assassinato, ele decide protegê-la. Teve várias versões para o cinema, onde destaco a primeira, de 1934 dirigida por William Dieterle, tendo no elenco Charles Laughton, Maureen Ó’Hara e Edmond Ó’Brien, Teve uma outra, de 1956, dirigida por Jean Delannoy, com Anthony Quinn e Gina Lollobrigida. Teve também outra, em 2002 em desenho animado dos Estúdios Disney.

 Outros casais famosos da literatura
Dante e Beatriz – A divina comédia (Dante Alighieri)
Don Quixote e Dorotéia - Don Quixote (Miguel de Cervantes)
Mr. Darcy e Elizabeth – Orgulho e preconceito (Jane Austen)
Rhet Buttler e Scarlet Ó’Hara – E o vento levou( Margareth Mitchell)
Cathy Linton & Heathcliff - O Morro dos Ventos Uivantes (Emily Brontë)



E você, leitor? Gostaria de acrescentar algum casal? Fique à vontade nos comentários.

domingo, 7 de outubro de 2012

Cinema - A guerra dos botões


          A história escrita pelo francês Louis Pergaud em 1913 já teve 4 versões para o cinema incluindo esta última.

          Jacques Daroy em 1936 dirigiu "A guerra dos garotos", a primeira versão. Yves Robert em 1962 dirigiu a segunda :"La guerre des boutons" que foi um estrondoso sucesso de público na França.

          Em 1994 o inglês John Roberts dirigiu "The war of buttons" transferindo a história para a Irlanda numa produção anglo-franco-japonesa.

          A versão atual (2011) foi dirigida pelo francês Yann Samuell(o mesmo de "Ironias do amor" e pode ser considerada uma das melhores juntamente com a de Ives Robert.

          Traz de volta uma época em que não havia TV, videogame, Internet ou telefones celulares e as crianças passavam muito tempo nas ruas com suas brincadeiras. Resgata uma inocência que já não existe mais nos filmes para e sobre crianças. Qualquer criança de hoje se surpreenderia com as traquinagens mostradas nos filme: meninos brincando ao ar livre, no mato, no campo, correndo e trepando em árvores, se jogando na lama, aprontando e levando reprimendas dos pais. Quem, com mais de 40 anos, jã nao viveu isso?

          Na versão atual duas gangues rivais se digladiam em combates de mentirinha de dois grupos de crianças, moradoras de vilas inimigas na França dos anos 60. Para o autor, morto na I Guerra , a ideia servia como uma metáfora para os absurdos do militarismo — um tema, por si só, resistente ao tempo. Equipados com espadas de madeira e estilingues os meninos de Longeverne e de Velrans brigam sem saber exatamente o motivo, imitando cruelmente o comportamento dos adultos representado pelas brigas dos dois professores do grupo, que também pertenceram a gangues rivais no passado.

          Interpretações marcantes dos veteranos e Eric Elmosnino e Mathilde Seigner e do menino Vincent Bres como Lebrac.

          Assista e relembre um pouco de sua infância e do tempo em que brincávamos na rua.

A Guerra dos Botões

Veja o trailler: http://www.youtube.com/watch?v=PJw8KU11NLU